A Ciclus transforma o que poderia se tornar passivo ambiental em ativos com valor agregado
Ciclus promove salto de Seropédica no Ranking de ICMS verde do estado


A Central de Tratamento de Resíduos – CTR Rio vem protagonizando mudanças ambientais de impacto positivo na região, desde que começou a funcionar em Seropédica, em abril de 2011. Projeto da Prefeitura do Rio de Janeiro, decorrente de contrato de concessão com a Comlurb para transferência e destinação final adequada dos resíduos do município, a CTR Rio é implantada e operada pela Ciclus. Além de receber e tratar adequadamente os resíduos sólidos do município do Rio de Janeiro, a CTR tornou possível o fechamento do Aterro de Gramacho e de três lixões a céu aberto: Seropédica, Itaguaí e Mangaratiba. Hoje, a Central recebe cerca de 9 mil toneladas de resíduos destes municípios e de clientes particulares.

Essa operação fez Seropédica subir no ranking de ICMS Verde do Estado. Foi o maior salto na tabela de repasses, passando do 86º para o 52º lugar. O transporte, o tratamento adequado e a destinação final de resíduos domiciliares e industriais realizado pela Ciclus na CTR Rio contribuíram no novo cálculo de repasse de ICMS Verde para o município, que passou de R$ 70 mil (montante recebido em 2012) para R$ 1,1 milhão este ano.

"A implantação do aterro sanitário da Ciclus em Seropédica resultou em mais recursos para o município.", afirma Paulo Dutra, diretor-presidente da Ciclus. "Temos nos dedicado com empenho e eficiência na preservação de toda a área onde está instalada a CTR Rio. Além da tecnologia aplicada para proteger o solo, também implantamos um cinturão verde com mudas de plantas nativas em torno da central", acrescenta.

ICMS Verde
Criado em 2007, o Imposto Sobre Circulação de Mercadores Verde (ICMS Verde) tem dois objetivos principais: ressarcir os municípios pela restrição ao uso dos territórios e recompensar os investimentos ambientais feitos por essas prefeituras. Os fatores que entram no cálculo levam em consideração o que cada cidade investiu em áreas de conservação, tratamento de esgoto, mananciais de abastecimento, destinação de lixo e remediação de lixões. Atualmente, 16 estados no país possuem este recurso de incentivo fiscal.

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